quarta-feira, 17 de agosto de 2011

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O que vai e o que fica.




Porque nada é definitivo. Porque não há histórias intermináveis. Porque ninguém acredita inequívoca e permanentemente.
Por entre tudo o que vai e tudo o que fica, há histórias que ficam para sempre. Amigos, praia, copos, risos escancarados, silêncios confortáveis, música e as pessoas que se redescobrem em caras habituais. E isso basta. Complicar para quê?*


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Sentido.




Há coisas que só fazem sentido juntas. 
Paris não seria a mesma sem estes dois, as cores não seriam iguais, e a vista da varanda seria só mais uma. Não importa quem são, nem de onde vêm, nem há quanto tempo se conhecem ou quantas vezes tiveram que se reencontrar até se encontrarem de facto. Não importa. Faz sentido. E vão ficar sempre ali. Pelo menos para mim.
Entre o caos e a desordem, todos procuramos o mesmo. Norte. Sentido. Pilares.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Não há tempo a perder.




Que o diga a minha vizinha da frente no metro desta manhã, que aproveitou cada segundo da viagem para depilar a sobrancelha. Mulher sofre mas não desce!... Bom. Pois. Certo.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Irreversível



Agora que experimentei não quero outra coisa. E porque os festivais de verão provocam qualquer coisa de irreversível, já se fazem planos para o próximo ano.
Há quem encontre crises de meia idade ao aproximar-se dos 30 anos. Eu encontrei isto! E tão depressa não largo.

@Sudoeste 2011


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O nervoso miúdinho...



... tende a criar problemas deste género. As palavras deixam de fazer sentido, a construção frásica anda pelas ruas da amargura, e cada letra é um som desconhecido que não encaixa em lugar nenhum. Daqui a nada estou a emitir sons que não parecem corresponder a qualquer linguagem alguma vez conhecida.
Dislexia típica de um first date.
Good luck for me.*