quinta-feira, 19 de maio de 2011

Está na hora...



Parar. Pensar. Olhar para a esquerda. Para a direita. E fazer-se à estrada. Sem olhar para trás.*

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Gipsy kings



Se há coisa pela qual tenho uma paixão assolapada é por esta vidinha de cigano. Talvez seja apenas platónica, mas a verdade é que lá por casa ainda há malas por desfazer...*

terça-feira, 19 de abril de 2011

Abertura fácil



Gira, leve, solta, bubbly, acessível, easy going. Está logo ali e não dá trabalho nenhum. Não exige acessórios nem investimento adicional. Faz-nos rir, destrava a língua, e faz disparar o grau de conforto na mais desconfortável das situações. Quem inventou esta carica espectacular só podia ter uma coisa em mente: ficar feliz depressa e sem muito trabalho.

Ora, também nós (eu!) devíamos de vir com uma carica destas incorporada! Por aqui funciona tudo ao contrário... Trava-se a língua e não se sabe onde pôr as mãos. É bom que se encontrem os acessórios adequados para não danificar a carica, e é para manusear com jeitinho, não vá a garrafa escorregar das mãos e fazer-se em bocadinhos. Dá demasiado trabalho? Dá. Faz parte. Temos pena!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Great beginnings...




E quando o dia começa assim?! Hein?...
Isto de se chegar ao trabalho e ter uns mimos destes à nossa espera tem muito que se lhe diga. E é ver os grandes autores da praça a tecerem teses elaboradas sobre técnicas de motivação, para depois bastar uma coisa assim tão simples. Uns quantos pares de sorrisos e um raminho de flores.
Bela forma de se começar o dia.

terça-feira, 29 de março de 2011

Plano de intenções


Um dia faço-te o jantar. Um dia visto o teu pijama. Um dia escrevo só para ti. Um dia levas-me a passear. Um dia acordo ao teu lado. Um dia faço-te ervilhas com ovos escalfados. Um dia dou-te um beijo daqueles. Um dia partilhamos uma gaveta. Um dia passamos o dia de pijama no sofá. Um dia vamos acampar. Um dia alguém te vai inventar. E mais não digo.*

segunda-feira, 21 de março de 2011

Há mar e mar...




... há ir e voltar.
E aqui é onde se volta sempre que voltar a casa faz falta.

Não há mar mais gelado, nem ventinho mais apurado, nem correntes mais imprevisíveis. E mesmo assim, não saberia viver sem ela. Esta tendência para as relações difíceis... Chiça!*

@Ericeira